Memorial da Banda
"A história de uma banda é feita de batidas, encontros e memórias que ecoam além do palco."
A Batuque de Branco Doido nasceu da vontade de fazer música sem rótulos, sem fronteiras. Uma banda que reuniu amigos em torno de um ideal: criar sons que traduzissem a energia do encontro, a força do ritmo e a poesia do cotidiano.
Ao longo dos anos, a banda percorreu bares, festas e palcos, construindo não apenas um repertório, mas uma história coletiva — feita de ensaios que viraram madrugadas, de shows que viraram lendas, e de canções que viraram trilha sonora de uma geração.
"Não existem palcos pequenos, apenas batidas que ecoam onde o coração bate mais forte."
Este site é um esforço conjunto de todos os integrantes para preservar e celebrar cada momento dessa jornada. Aqui reunimos fotos, vídeos, registros de shows, discografia e memórias — organizados cronologicamente para que nada se perca no tempo.
O encontro que deu origem à banda. Em uma garagem, entre risadas e improvisos, nasceu o som que viria a definir a identidade do grupo. Os primeiros ensaios misturavam influências de rock, MPB e ritmos brasileiros.
O primeiro show oficial da banda. Nervosismo, adrenalina e a certeza de que aquilo era apenas o começo. O repertório ainda era curto, mas a energia era imensa.
A primeira experiência em estúdio. Gravar as composições autorais foi um marco — transformar o que existia apenas no ar em algo permanente, algo que pudesse ser ouvido e revivido.
A banda consolidou sua presença na cena local. De bar em bar, de cidade em cidade, o nome Batuque de Branco Doido começou a ecoar. Cada show era uma festa, cada plateia uma nova família.
Como tantas outras bandas, o período trouxe desafios. Os palcos ficaram vazios, mas a música nunca parou de existir nos corações de quem a fazia. Foi um tempo de reflexão, de saudade e de esperança.
A decisão conjunta de todos os integrantes: reunir tudo o que foi construído. Fotos, vídeos, músicas, memórias. Um memorial digital para que a história do Batuque de Branco Doido viva para sempre.
O primeiro álbum da banda. 33 minutos de sonoridade única que estabeleceu as raízes do som do Batuque de Brancodoido.
O segundo álbum. Uma jornada de 41 minutos que expandiu o horizonte sonoro da banda com letras profundas e melodias envolventes.
Ao olhar ao redor,
São tantas coisas que envolvem a questão
E a questão é,
Que ninguém tem razão,
Ao impedir o que é natural como a tradição,
Que passa de geração em geração.
Vou ficar sem saber de que lado jogar,
Se você veio depois.
Nada faz sentido,
Quando se olha do lado oposto ao que se opõe,
Se está correto ou não,
Cada um joga com as armas que tem na mão,
Pra defender o que é seu,
Inocentemente desde cedo ele aprendeu.
Os maiores erros da vida foram cometidos,
Quando se optar pelo erro foi parcialmente proibido,
De sagrada a marginal,
De comunhão passou a fazer mal,
Não se enquadrou a quem pegou,
Por conta de achar, que pode se utilizar,
Do que não é seu,
Do que nunca foi seu,
Do que não será seu,
Ao tentar corrigir ao tentar proibir.
Tornou-se mais forte...
Pra nunca mais se extinguir
Na aventuras de um imenso oceano,
Ao redor de um planeta, escondido esquecido,
Procurando o sonho perfeito,
Em cruzadas de rios e desertos maneiros,
Em desertos maneiros.
Percorrendo milhas e milhas...
Em fronteiras de emoções,
Crocodilos e leões,
Se respeitam na sedução,
No trajeto da mata,
Onde já é fim de tarde, até o amanhecer,
Tem muito pra rolar, muito pra acontecer.
Percorrendo milhas e milhas...
E ai! Neste mundo ou mar,
Ninguém vai ficar de fora e nem vai fugir,
Daqui.
Ali na tribo soa a batucada,
Todos caem na dança na areia,
A badalação, dos siris em suas casas,
Percorrem milhares de ladeiras
Percorrendo milhas e milhas...
Como a noite está tão clara, e a lua,
Os seus raios vem lá do céu, para iluminar,
Uma noite quente de verão, uma brisa vem refrescar,
O calor um dia quente, a água fria vem lavar.
Eu não estou sozinho pois você está aqui,
Para clarear esta noite de verão.
Lembranças de um tempo bom,
Que não volta mais,
Como um dia depois do outro,
Nunca são iguais.
Quando estou sozinho lembro de você,
Que se foi pra não voltar.
Encontre todas as letras da banda no maior acervo de músicas do Brasil.
Ver Todas as LetrasCidade — Estado
15 de março de 2016
"Uma noite inesquecível. O bar lotou e o público cantou junto do início ao fim. Lembro do calor, da cerveja gelada e da sensação de que estávamos exatamente onde deveríamos estar."
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22 de julho de 2017
"Nosso primeiro festival. O palco era maior, a plateia era diferente, e a gente descobriu que conseguia conquistar qualquer público com nossa energia."
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10 de novembro de 2018
"O show mais marcante da banda. A casa estava cheia, a energia no palco era contagiante, e no final não queríamos que a noite acabasse."
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05 de abril de 2019
"Os melhores shows são muitas vezes nos lugares mais simples. Aqui a gente se sentia em casa, entre amigos, fazendo o que amava."
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14 de setembro de 2019
"Tocar por uma causa maior do que a gente. A música como instrumento de transformação — esse era o verdadeiro espírito do Batuque."
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29 de fevereiro de 2020
"Ninguém sabia que seria o último por um tempo. Mas olhando pra trás, foi a despedida perfeita — cheia de emoção, amor e gratidão."
O canal do Fernando Frogel reúne todas as músicas e registros da banda. Acesse para ouvir a discografia completa.
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